quinta-feira, 30 de julho de 2020

Home office integrado

Veja algumas formas de integrar o home office com outros cômodos, aproveitando os espaços com comodidade

Criar um home office integrado em outro cômodo é uma solução prática e eficaz para aproveitar bem os espaços. Da varanda ao quarto, diferentes ambientes podem receber o escritório, mas a organização deve ser uma grande aliada para separar vida social da profissional.

Veja cinco soluções para fazer um home office integrado com os ambientes da casa e montar seu escritório com personalidade e versatilidade.

1. Organize e decore com prateleiras

Ao escolher o canto ideal para instalar seu escritório em casa, aproveite as paredes ao redor. Usando prateleiras, você pode manter livros e documentos sempre por perto sem ocupar espaços do cômodo. Pequenos vasos intercalados criam uma decoração charmosa e dão um toque delicado ao home office.

Essa solução é ideal para pequenos espaços, em que a mesa precisa se encaixar ao lado de uma cômoda ou da própria cama, por exemplo. Dessa forma, você verticaliza a decoração e mantém itens importantes sempre à vista e organizados. 
Uma ideia é mesclar livros com quadros, deixando um visual interessante no alto.

2. Use nichos para segmentar

Além de acrescentar beleza ao ambiente, os nichos têm o poder de suavizar a organização ao segmentar objetos. Você pode colocar três deles posicionados na diagonal, como se formassem degraus, e preenchê-los por ordem de frequência de uso. O mais baixo pode abrigar documentos e itens de papelaria, enquanto os superiores expõem objetos decorativos.

Esta ideia pode ser aplicada na varanda, para um home office integrado com estilo natural e tranquilo; na sala de estar, em uma estrutura ao lado do rack da TV ou até no hall de entrada, que também pede por uma decoração vertical. Para delimitar o espaço de trabalho, coloque um tapete sob a mesa e cadeira, além de uma iluminação direta para ajudar na concentração.

3. Encontre novos espaços para mesa do home office integrado

Considere que algumas boas ideias estão em enxergar oportunidades nos espaços ou móveis já em uso na casa. Uma pequena mesa de jantar pode estar integrada com a cômoda ou encostada na parede do quarto, criando um espaço calmo para trabalho e que ocupa pouco espaço.

Da mesma forma, a cadeira precisa ser confortável e ergonômica para manter a saúde do corpo e evitar dores no fim do dia – e uma almofada pode ajudar nisso.

4. Leve o home office para a janela

O vão embaixo das janelas é bastante indicado para instalar o home office. Ali, um gaveteiro ou uma cômoda aproveitam o intervalo sob a mesa para otimizar cada centímetro vazio e a luz natural ajuda a manter o equilíbrio na iluminação. Por outro lado, em dias de muito sol, uma cortina mantém a claridade mais difusa e menos invasiva.

5. Integre vários ambientes em um

Se bem planejado, é possível ter dois, três ou quatro ambientes no mesmo espaço: uma mesma área pode abrigar sala, cozinha, home office e até a varanda. Isso pode ser necessário em apartamentos muito compactos, que precisam de soluções inteligentes para que tudo fique organizado e com uma decoração harmoniosa.

Uma das maneiras de conseguir conforto visual neste caso é a partir da escolha de cores. Mantenha tons neutros, como branco, cinza e preto, e um estilo de decoração minimalista, com objetos e móveis que não se tornem ponto focal para evitar carregar o espaço.

A escrivaninha com gavetas encostada na parede cumpre sua função sem invadir a sala ou a cozinha, que pode estar delimitada por um balcão. Assim, bancos altos transformam o espaço em sala de jantar de uma forma sutil e funcional. A sala da TV continua na varanda e ainda recebe a iluminação natural que a contempla.

A melhor adaptação do home office sempre depende da área disponível, mas soluções práticas para aproveitar o espaço são sempre bem-vindas. São diversas as possibilidades de criar novos ambientes, mudar antigos hábitos e descobrir novas versões da própria casa. 

terça-feira, 21 de julho de 2020

Micro Housing, Tendência no momento


Moradias de até 30 m², espaços inteligentes e móveis multifuncionais. De maneira geral, essas são as características do micro housing, uma tendência de habitação que vem crescendo vertiginosamente mundo afora. E no Brasil não é diferente: muitos dos apartamentos de 1 dormitório lançados em São Paulo têm até 30 m², segundo pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

Para mobiliar os espaços reduzidos é preciso muita criatividade, e a maioria dos moradores recorre aos móveis sob medida. Por isso, entender essa tendência e saber como projetar mobiliário para esses espaços pode ser uma maneira de atrair novos clientes para sua marcenaria. Então acompanhe este texto e descubra o que é o micro housing, como ele surgiu e qual o perfil de pessoas que investem nessas moradias!

O QUE É MICRO HOUSING?

É a tendência de residir em moradias bem pequenas, que raramente ultrapassam os 30 m². Elas foram criadas visando a otimização do espaço, especialmente nas grandes cidades. A ideia é aproveitar o máximo possível — e com inteligência — cada canto disponível.

Essas residências podem estar em condomínios, ser construídas sobre fundações tradicionais ou sobre rodas. As micro houses possuem todas as comodidades de uma casa tradicional: eletricidade, água, esgoto, cozinha, banheiro, quarto e espaço de convivência.

COMO O MICRO HOUSING SURGIU?

Não se sabe ao certo determinar a origem do micro housing, mas é seguro afirmar que essa tendência é cada vez mais procurada em países e cidades com densidade demográfica muito alta. Esse tipo de moradia reflete muito bem o estilo de vida contemporâneo dos grandes centros urbanos: há muitas habitantes, a rotina é corrida, as pessoas viajam cada vez mais e os valores dos imóveis estão cada vez mais altos.

Esses fatores — em especial o econômico — aliados ao crescente número de pessoas que moram sozinhas impulsionaram a demanda por habitações pequenas. Afinal, o valor reduzido e espaços de manutenção fácil se mostraram um bom custo-benefício para a vida moderna.

QUAIS MOTIVOS LEVAM AS PESSOAS A BUSCAREM ESSE TIPO DE RESIDÊNCIA?

Diversas são as razões, como visto acima. Mas, além dos fatores já citados, há alguns outros pontos que incentivam a procura por essas moradias.

Sustentabilidade

É inegável a crescente preocupação das pessoas com as questões sustentáveis. Quem opta pelo micro housing acaba, consequentemente, adotando hábitos considerados mais conscientes. São pessoas menos consumistas, focadas em aproveitar ao máximo tudo aquilo que é adquirido.

Os gastos com água, energia e até a produção de lixo são menores, reduzindo os impactos ambientais. Em outras palavras, além de fazer bem para o bolso, a natureza agradece.

Economia

Talvez o principal fator, as casas pequenas são mais baratas para a compra e para a manutenção. As contas todas diminuem: água, luz, energia, produtos de limpeza, faxina, impostos. Os custos são bem menores para quem opta pelo micro housing, que cabe no planejamento financeiro de muita gente.

Tecnologia

As inovações tecnológicas facilitam a rotina e permitem viver em ambientes menores. Se antes você precisava de um móvel grande para acomodar a televisão e o aparelho de som, hoje você só precisa de uma parede e do celular.

As várias opções de transporte, que hoje passa pelos tradicionais táxis e coletivos aos aplicativos de carona, permitem abdicar do carro próprio, o que reduz significativamente o espaço que utilizamos para viver.

Simplicidade

Assim como ocorre com as questões sustentáveis, cada vez mais aumenta o número de pessoas que se posiciona contra luxo e ostentação. Nesse sentido, o micro housing promove um estilo de vida mais simples, prático e econômico para o dia a dia.

Por ter um espaço reduzido, essas habitações consomem menos tempo (e dinheiro) do morador com organização e limpeza. Assim, os adeptos dessa tendência possuem mais tempo livre para se dedicarem às atividades que os fazem felizes.

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Idéias de como usar espelho na decoração da sua casa

Usar espelhos na decoração é uma forma muito boa de trazer mais luz e mais truques para ganhar espaço na sua casa.

Em vez da sensação de confinamento, espaços pequenos como corredores, lavabos e hall ganham leveza com o uso de espelho. “E em outros ambientes, o espelho pode ser rebatido com tecido, madeira, cortinas ou outros objetos duplicando sua presença. Se souber usar fica legal”, conta a arquiteta Renée Sbrana. Segundo ela, o espelho pode ser colocado sobre uma parede, base de madeira e até sobre uma base de espelho. O que vale é a criatividade e o bom gosto! Veja aqui algumas inspirações pra você aderir em casa e alguns modelos.







terça-feira, 7 de julho de 2020

Iluminação de interiores



Leveza, dramaticidade, descontração, conforto, suavidade — essas são algumas das sensações que a iluminação de interiores pode transmitir a quem circula ou vive em um determinado ambiente. Por isso, ela é considerada um dos elementos principais do projeto.

Embora o perfil e as necessidades dos clientes sejam bem variáveis, alguns princípios e práticas podem ajudá-lo a traçar um projeto inesquecível. Quer saber quais são eles? Então acompanhe o nosso post e confira os principais segredos para uma iluminação de interiores marcante:

1. ANALISE O AMBIENTE COMO UM TODO

A iluminação é um elemento importantíssimo, mas ela faz parte de um conjunto maior, que é o ambiente. Ele foi planejado para uma determinada função, que deve ser analisada sempre antes de uma definição do projeto.

Além disso, cada espaço possui características que podem ser valorizadas ou, em outros casos, devidamente disfarçadas. Por isso, antes de iniciar o projeto, é importante avaliar o ambiente de forma global para verificar essas peculiaridades.

Assim, o designer deve pensar na finalidade do ambiente, se ele está exposto a uma grande quantidade de luz natural ou não, as suas dimensões e na proposta da decoração como um todo.

Com esses cuidados, ele poderá desenvolver um projeto de iluminação de interiores funcional, atrativo e marcante. Ele contribuirá para acentuar os aspectos positivos do ambiente ou minimizar eventuais desvantagens que ele apresenta.

2. FIQUE POR DENTRO DAS TENDÊNCIAS

Lembre-se de que o design de um ambiente não reflete apenas o estilo do designer ou a personalidade do cliente. Ele evidencia também o tempo e o espaço onde ele está inserido, com a possibilidade de assimilar aspectos culturais ou novidades tecnológicas.

Por isso, o designer precisa ficar atento às tendências do mercado. Elas são importantes não só para garantir a utilização de elementos cada vez mais funcionais, mas também para conferir uma identidade visual contemporânea e antenada ao estilo de vida das pessoas.
3. ABUSE DA DIVERSIDADE

Para formar uma composição visualmente interessante, pense em todas as possibilidades de fonte de luz que o ambiente pode ter — spots, luminárias pendentes, de parede e de chão podem ajudar a criar uma certa sensação de movimento na iluminação, desde que bem utilizadas.

Apenas fique atento ao espaço como um todo. Se o ambiente for pequeno, o ideal é escolher peças simples e pequenas, para criar a ilusão de que o espaço é maior. Evite também o exagero e concentre a luz em, no máximo, dois pontos de um cômodo reduzido.

Também é possível variar nos materiais utilizados. Para o ano de 2017, por exemplo, os principais destaques foram as luminárias em ouro suave, o vintage tecnológico, o LED minimalista, padrões geométricos e materiais naturais.

Ou seja, com tanta variedade, com certeza, é possível encontrar alguma tendência que se encaixe com o estilo do seu projeto e com as expectativas do cliente.

4. PENSE NA SUSTENTABILIDADE E ECONOMIA

Um projeto marcante não precisa ser, necessariamente, aquele que exige um gasto excessivo com a manutenção da iluminação. Isso vale tanto para o consumo regular de energia quanto para a própria reposição das peças.

Hoje o mercado dispõe de lâmpadas compactas que chegam a economizar até 80% da energia que as antigas incandescentes utilizavam. Embora essas opções nem existam mais, é sempre importante comparar os produtos antes da escolha e garantir que, além de eficientes energeticamente, eles tenham uma vida útil mais longa.

E essa questão envolve não só o bolso do cliente. Vale lembrar que, hoje em dia, as propostas sustentáveis são extremamente valorizadas e bem-vistas. Arrasar com um projeto eco-friendly pode dar um grande destaque ao seu trabalho e abrir muitas portas.

5. USE A LUZ FOCADA E DIFUSA DE FORMA CONSCIENTE

Como você sabe, um ambiente pode ter a iluminação difusa, utilizada para realmente espalhar a luz por todo o espaço e a luz focada, que age de forma direcionada.

Para cada uma dessas finalidades, existem peças adequadas. No caso da luz difusa, indica-se a utilização de lustres, abajures e plafons. Já para a luz focada, os pontos embutidos e spots são a melhor opção.

A grande questão é que muitas pessoas apenas gostam de um determinado tipo de luminária — spots, por exemplo — e pensam em mil ideias para utilizá-los com o intuito de suprir a necessidade de iluminação difusa.

Os problemas decorrentes disso são vários: os spots aquecem demais e, por isso, não são adequados para a realização de atividades comuns em certos ambientes, como a leitura ou trabalho.

Quer utilizar a iluminação focada? Ótimo, ela realmente pode valorizar o seu projeto. Porém, o ideal é que ela seja direcionada para garantir destaque a pontos específicos, como um quadro, um móvel ou peça decorativa que merece ser o centro das atenções.

6. PREVEJA MAIS DE UMA POSSIBILIDADE

Se você já visitou vários hotéis americanos, deve ter percebido uma característica em comum: os quartos geralmente possuem muitos abajures e até luminárias de parede, mas, na maioria das vezes, não têm uma luz central.

O ambiente, com certeza, fica aconchegante. Mas como nós, brasileiros, estamos acostumados com muita luz (tanto natural quanto artificial), essa penumbra pode despertar uma certa melancolia, além de dificultar a realização de algumas atividades.

Isso nos faz lembrar que um projeto de iluminação pode (e deve) prever mais de uma possibilidade para a utilização do ambiente. Afinal, os usuários do local podem desejar realizar atividades completamente distintas, para as quais necessitam de efeitos diferentes.

Portanto, os donos de uma casa podem desejar uma sala com farta iluminação no teto e muita claridade para as suas atividades cotidianas, receber amigos, brincar com as crianças. Mas pode ser que eles queiram também a presença de luminárias que permitam um clima mais intimista, quando for apropriado.

É importante prever mais de uma possibilidade e realizar um projeto versátil, que garanta o clima apropriado para marcar os diferentes momentos da vida das pessoas.

A iluminação de interiores é um dos elementos mais importantes para dar personalidade e funcionalidade a um ambiente. Esperamos que com essas dicas você possa deixar os seus projetos ainda mais atrativos e notáveis.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Cantinho da leitura

Ter em casa um cantinho da leitura para poder sentar e apenas ler, se desligar do mundo a sua volta é algo muito especial! Não apenas para os adultos, mas também para iniciar as crianças no mundo da leitura e poderem vivenciar desde cedo as maravilhas que um bom livro faz por você.

Mas quem pensa que é preciso construir uma grande biblioteca ou gastar muito para ter esse cantinho especial em casa está enganado, um pequeno espaço, como aquele cantinho embaixo das escadas já pode resolver o seu problema. Tem muitas dicas simples e fáceis para transformar pequenos espaços dentro de sua casa. O seu cantinho da leitura pode ser uma parte especial na sua decoração e o melhor, sem gastar muito!

Nada melhor que um lugar confortável e inspirador para embalar nossas leituras. Aquele cantinho que muitas vezes da vontade apenas de ficar ali no conforto e silêncio só apreciando um bom livro. Então vem com a gente, que a Espaço Dunas Art e Decor te mostra dicas simples e fáceis para montar seu cantinho especial!

Dicas essenciais para um cantinho da leitura

Quando pensamos em um cantinho de leitura logo nos vem à mente um espaço calmo para que a gente possa relaxar, mas para conseguir alcançar esse descanso tão merecido é preciso elaborar bem a decoração do espaço destinado a leitura. Por isso, siga as nossas dicas a seguir.


Tenha uma boa iluminação

O cantinho da leitura precisa ser um espaço bem iluminado, assim você consegue passar horas lendo com mais conforto.

Para isso, invista em um cantinho da leitura em um espaço bem claro de sua casa, se possível que seja próximo a janela para aproveitar ao máximo a iluminação natural, mas não esqueça de também investir em iluminação artificial utilizando luminárias ou arandelas que além de trazer um charme a mais para a decoração do seu cantinho da leitura, também ajudam com a iluminação quando você for ler de noite, por exemplo.


Escolha um lugar silencioso e tranquilo

Quando vamos ler, tudo o que a gente precisa é de um lugar silencioso e bem tranquilo para poder se concentrar no livro. Por isso, quando for elaborar o seu cantinho da leitura procure um espaço de sua casa onde tenha menos circulação de pessoas e que seja mais calmo.


Escolha móveis confortáveis

Para um cantinho da leitura perfeito escolha uma cadeira, poltrona ou mesmo um futon que seja bem confortável, afinal, na hora da leitura tudo o que você quer é relaxar.

Uma ideia também bem interessante para o cantinho da leitura é investir em puffs ou mesmo uma poltrona que já venha com apoio para descansar os pés, tornando esse espaço ainda mais confortável e relaxante.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Estilo mediterrâneo

Um modernismo acolhedor, novo e realista está ganhando força no design de interiores. Com uma abordagem moderna da estética mediterrânea, ele tem se espalhado pelo mundo. Desde locais ao sul, como Austrália, Califórnia e Brasil, como também em lugares como Nova York e Copenhague. A sensibilidade do Novo Mediterrâneo ecoa nesses locais por várias razões: sejam influências coloniais anteriores, clima ensolarado semelhante ou simplesmente pela apreciação do modo de vida mediterrâneo. Mais do que uma tendência de design, essa é uma filosofia para transformar interiores em paraísos de luz, artesanato e simplicidade.

Para quem quiser se aprofundar mais nessa tendência, o livro “O Novo Mediterrâneo – Casas e Interiores sob o Sol do Sul” é o guia perfeito. Ele apresenta casas inspiradoras em todo o mundo que combinam tons rústicos e terrosos com tecidos coloridos, bambu, móveis de vime, tapetes berberes e cerâmica, compensados por paredes caiadas de branco, concreto, tijolo, azulejos de terracota e vidro. O livro apresenta os designers e arquitetos que estão vivendo esse estilo, descrevendo os elementos necessários para nos mostrar como criar esse visual de simplicidade e estilo de vida casual em nossas próprias casas.

O livro “O Novo Mediterrâneo” entra nas casas mais inspiradoras, decifrando as chaves para entender essa estética prática. Esses interiores mostram como materiais naturais, como madeira e pedra, por exemplo, se combinam, criando uma atmosfera calorosa e acolhedora. Ou seja, este livro é uma necessidade absoluta para quem gosta de sonhar com a maravilhosa atmosfera de férias que esses projetos exalam.

Minimalista Quente

O Novo Mediterrâneo combina influências folclóricas do Mediterrâneo com uma estética contemporânea – pegando detalhes de paisagens ensolaradas para abraçar o calor, a luz e os elementos orgânicos, por exemplo. Um modernismo acolhedor, novo e realista que vai da Califórnia ao Marrocos, e de Portugal ao México.
Em oposição ao conceito minimalista, mais conhecido por caracterizar espaços elegantes e frios, esse estilo traz consigo uma nova versão do minimalismo. Apontando para uma paleta de cores neutras, materiais naturais e uma atmosfera relaxante. Enfim, somando a isso alguns elementos rústicos, se tem uma visão nova e contemporânea da estética mediterrânea quente originada sob o sol do sul.

Sucessor do Mid-Century ou Nova versão do Boho?

Alguns apontam o Novo Mediterrâneo como o sucessor do Mid-Century. Outros classificam esse estilo como uma versão moderna e minimalista do Boho.

O fato, é que esse estilo de ambientes brancos e iluminados com detalhes coloridos não é mais exclusivo dos países mediterrâneos, ele pode ser encontrados em todo o mundo e provavelmente se tornará cada vez mais popular nesse começo de década. Isso porque ele reflete uma nova corrente da vida minimalista, que abraça o natural e inspira-se na paisagem. As casas do Mediterrâneo sempre foram um paraíso de luz e simplicidade.

A valorização do design vernacular (arquitetura caracterizada pelo uso de materiais e conhecimentos locais) e dos elementos orgânicos e a sensação geral de bem-estar que eles proporcionam impulsionaram esse estilo em todo o mundo; resultando em uma filosofia contemporânea que vai além das restrições geográficas.

Por fim, inspire-se com as imagens abaixo para criar uma dose extra de paz ou um sentimento feliz de férias permanentes em sua casa.































terça-feira, 16 de junho de 2020

Efeito Cimento Queimado



Com diferentes tonalidades e aplicações, Suvinil traz cor e personalidade ao efeito que é grande tendência de decoração

Por sua versatilidade, a tendência do cimento queimado veio para ficar. O efeito de pintura conquistou o universo da decoração junto ao estilo industrial, na década de 1930 em Nova York, logo após a grande crise econômica norte-americana. Na época, muitas empresas faliram e abandonaram prédios e galpões na cidade. O governo então ofereceu esses espaços para artistas em ascensão, que apostaram no clima urbano para decorar e harmonizar ambientes transformados.

Este modelo se tornou referência e abriu caminhos para que o cimento queimado ampliasse as possibilidades, com variedades em aplicações internas e externas, com diferentes cores e até mesmo estilos. A técnica de pintura, antes usada apenas em espaços rústicos, expandiu seus horizontes e se tornou a peça-chave também em amarrações mais sofisticadas ou minimalistas.

Para facilitar as escolhas na hora de renovar o lar, transmitir identidade e novas ideias para a decoração, a Suvinil preparou uma seleção de inspirações e diferentes usos do cimento queimado para quem deseja aplicá-lo na sala de estar.

Para fugir do óbvio, a primeira dica é explorar as variações em cores para a superfície. Este tom do Suvinil Cimento Queimado, produto que já vem pronto para o uso, é o Túnel de Concreto. A cor escura imprime personalidade ao ambiente, e funciona muito bem se combinada à estante de metal e ao sofá de couro, trazendo destaque à linha industrial.


Padrão Túnel de Concreto

Já a nuance Pedra Rosada, da Suvinil, por si só proporciona elegância e delicadeza para a sala de estar, transmitindo a sensação de aconchego. Esta opção reforça o poder de uso da cor, mas continua neutra e super fácil de harmonizar com outros tons da decoração, como no caso de um sofá cinza com almofadas e vasos em tons verdes e azuis. Perfeita para quem quer fazer um update de forma sutil.

Outra opção para inovar é mixar a superfície de cimento queimado com diferentes peças decorativas, que também apresentam o efeito. Esta parede na cor Elefante, da Suvinil, foi contraposta com um vaso no mesmo tom, criando uma brincadeira com a volumetria do objeto camuflado.


Cinza Elefante (Foto: Lufe Gomes)

E por que não aplicar a técnica também em pisos? Pensando em novas possibilidades para o cimento queimado, a Suvinil saiu à frente e lançou recentemente o Suvinil Piso Cimento Queimado, oferecendo alta resistência e impermeabilidade para que o efeito possa ser aplicado em pisos, inclusive em áreas que molham. Nesta sala de estar, composto com artesanatos e peças de designers brasileiros, o estilo se apropriou de uma decoração rústica e ao mesmo tempo sofisticada.


Cadeira Eos por Humberto da Mata na Estar Móveis, Esculturas Bem Bolado por Nil Morais na Dpot Objeto, Mesas e vasos Terra por Giacomo Tomazzi, Poltrona La Central por Cremme, Manta Tulipa por Paola Muller e Tapete Gema por Kiko Maldonado na ByKamy (Foto: André Klotz / Produção: Michell Lott)

Uma dica interessante é se atentar aos tons complementares para deixar o espaço cheio de personalidade. É possível ir de um estilo industrial a partir de tons neutros mais intensos e cinzas, até para um lado mais refrescante e tropical, optando por tonalidades claras e suaves que vão muito bem com plantas e texturas naturais, como a palha.